#when harry met sally

hoje morreu a nora ephron, argumentista e realizadora de vários filmes ditos romcom.
um dos filmes que escreveu, por acaso é dos meus filmes preferidos: when harry met sally.

esse filme é o verdadeiro estereótipo das comédias românticas, mas like a true sappy romantic, aquilo ressoa a verdadeiro. (ou isso ou sou super foleira. o que também pode ser verdade). eles começam por se odiar, ela é chata, ele é arrogante. mas por força das circunstâncias vão-se tornando amigos. há uns desencontros, umas falhas de comunicação, mas claro, no fim tudo acaba bem.

o filme retrata bem o sentimento universal do querer que gostem de nós com todas as nossas superficialidades, traços de personalidade, defeitos. isso e nós gostarmos dessa pessoa também da mesma maneira:

contudo, há uma premissa que é retratada através da personagem harry, que diz que os homens e mulheres não podem ser *verdadeiramente* amigos. que os homens querem sempre saltar para a espinha das mulheres: “men and women can’t be friends because no man can be friends with a woman he finds attractive. he always wants to have sex with her”.

percebo que seja inerente aos seres humanos querer saltar para a espinha uns dos outros, mas não concordo que entre um homem e uma mulher não possa surgir uma amizade sincera e transparente (sem querer saltar para a espinha um do outro).
right?

right?

okay, se calhar não são só os homens.

 

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