#death by excel

li este artigo “10 things you learn in a office job” e é como a série the office: todos aqueles que já trabalharam num “escritório” conseguem perceber e rir (ou chorar, dependendo da ocasião).

o melhor dos 10 pontos:

9. Data entry is where souls go to die.

The cruelest punishment that the God of work has ever saw fit to bestow upon lowly humans is, without a doubt, data entry. You will find yourself questioning how this level of tedium and repetition is even possible for a human to endure for 40 hours a week, and will often consider murdering your entire department just to do something a little more interesting. But it’s something we’ve all had to do at a certain point, so just hang in there, and one day you’ll be doing something way more fulfilling and engaging — like filing or getting coffee for a superior.

aaaaaaaaah. cada vez que trabalho com bases de dados, i die a little. serioulsy.
quem disse “death by powerpoint” claramente nunca trabalhou com o excel.

coisas #baratas

baratas.

não há nada de agradável a dizer sobre elas, não é? especialmente quando uma delas, misteriosamente, se esconde no sapato que vamos calçar.

nem mesmo quando sentimos alguma coisa estranha no pé e descalçamos o sapato e há uma barata (viva!) que salta e foge para debaixo do sofá.

nem mesmo quando vamos buscar o mata-baratas e furiosamente carregamos no botão da lata para sair aquele liquido maravilhoso que mata (enquanto, claro, já se mandou uns berros e umas asneiras e se chora de medo). (sim, chorar de medo. por causa de uma barata.)

só de imaginar que são o único animal a sobreviver a um ataque nuclear, ugh. haja bicho mais horrível, nojento, de existência mais estúpida que a barata?

é, realmente não há nada de agradável a dizer sobre as baratas.

ps – há aquela cena do filme “i’ll see you in my dreams” em que o actor principal diz “se há algo que eu não suporto nesta aldeia… é a merda dos zombies.” a meu ver deve-se retirar “zombies” e colocar “baratas”.